G de... Giambattista Valli



“Luckily, I don’t do this job to be a billionaire. I do it because I adore my complicity with women.”
Giambattista Valli via W Magazine

Poderia falar da minha favorita Gucci, mas já vários posts a complementaram. Podia falar de Gosha Rubchinskiy, o menino rebelde mas tão amado nos últimos tempos, mas para isso cliquem aqui. Optei por Giambattista pois não é o designer cool do momento mas várias vezes me fez feliz.

 Eddie Campbell para Vogue USA

Cresceu em Roma, estudou em Londres e mudou-se para Paris, onde permanece e apresenta as suas colecções. É um boémio, um coleccionador, um romântico, um místico. Da sua história fazem parte as amizadaes com Kenzo Takada e Yves Saint Laurent e o início de carreira com Cappucci, um mestre na arte dos materiais de Moda, cujas criações - analisadas numa breve pesquisa google, em muito influenciaram Valli. Seguiu-se a Casa Fendi e Emanuel Ungaro, que aponta como um dos seus maiores mestres. Hoje faz parte da minoria de designers não franceses a apresentarem colecções de alta-costura. , tem a linha de pronto-a-vestir homónima e a nova linha Giamba, direccionada a um público mais jovem.

Colecção Primavera 2017 da Giamba

Este selo é, à semalhança de Erdem, uma marca muito feminina, liderada por um designer que a cada temporada elabora uma ode à Mulher. Uma das minhas memórias mais antigas da marca remonta a 2008 e tem os volumosos vestidos encarnados como protagonistas. Em termos de espectáculo é inegável que o italiano sabe como vestir. Foi ele o autor dos vestidos que fizeram de Lena Dunham alvo de críticas impiedosas e a mim escrever em defesa da actriz. As suas musas-amigas-clientes são as que eu gostaria de ter: Lena, Dita, Diane, Rihanna, Amal, Allison, Soko... Admira Jane Birkin, Bianca Jagger, Kurt Cobain, Fellini, Andy Warhol e Schiaparelli. Afinal a alta-costura também pode ser pop.

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